Eu criei esta receita lá por 2008, principalmente pq todo mundo falava em cheesecake "doce" e eu não gosto de queijo com açúcar rssrsrsrsr Então fiz uma receita salgada para que eu tb pudesse apreciar a maravilha :D
A partir do recheio base é possível imaginar vários sabores, o mesmo acontecendo com o molho. Eu criei também o cheesecake de pizza com molho de tomate que vc pode ver aqui http://tudogostoso.uol.com.br/receita/38236-cheesecake-de-pizza.html
Se vc servir frio é um excelente lanche ou prato para festas tipo americana. Quentinho compõe as refeições acompanhado de uma salada ou uma sopinha.
Experimente!
E vamos ao prato do dia…
Ingredientes
Massa:
2 xícaras (chá) de cream craker triturado
4 colheres (sopa) de manteiga ou margarina light
Recheio:
2 xícaras (chá) de iogurte desnatado
1/2 queijo minas ou 1/2 ricota fresca
2 colheres (sopa) de azeite
4 ovos
1/2 xícara (chá) de salsinha e cebolinha picadas
Sal e pimenta a gosto
Molho:
1 xícara (chá) de azeitonas pretas sem caroço
1 dente de alho pequeno (opcional)
1 xícara (chá) de iogurte desnatado
4 colheres (sopa) de azeite
Modo de fazer:
Massa:
Triture o pacote de cream craker no liquidificador e misture a manteiga derretida
Forre uma assadeira redonda de fundo falso
Recheio:
Bata no liquidificador o iogurte com o queijo ou a ricota e o azeite, acrescente os ovos e tempere com o sal e a pimenta
Desligue o liquidificador e acrescente o cheiro verde
Recheie a massa
Leve ao forno a 180º, por aproximadamente 30 minutos, até o recheio ficar firme e a massa dourar
Molho:
Bata os ingredientes no liquidificador
Teste o sal e a consistência (deve parecer uma calda grossa)
Sirva o cheese cake quente com o molho frio
Um diário sobre pratos do dia a dia, simples ou sofisticados, conforme a veneta da cozinheira, acrescido de pensamentos,comentários, dicas, explicações, confissões, desabafos, críticas, etc.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Quibe de Queijo Fresco… É o prato do dia!
Esta receita fresquinha e deliciosa, além de diferente, retirei do CyberCook, da Evelyn Duarte. Eu fiz umas adaptações (rsrsrsr ou eu não seria eu) que a deixaram mais leve, tipo quase uma salada e ficou mesmo sensacional!
O prato é para micro-ondas (especialidade da Evelyn Duarte) mas eu segui a receita até a parte antes de assar. Apertei bem a massa na forma, reguei com azeite e limão, não usei o shoyu e servi sem assar no micro-ondas, deixando gelar bem antes de comer. Olha, o queijo com a hortelã fica delicioso! Sirva com pão sírio e uma salada de folhas verdes. Muito leve, pouco calórico mas bem servido de proteínas, uma excelente opção para o verão!
E vamos ao prato do dia!
Ingredientes
2 colher(es) (sopa) de óleo
1 1/2 xícara (chá) de trigo para kibe
1 cebola ralada (eu coloquei também um dentinho de alho espremido)
250 gr de queijo branco picado (eu amassei)
1/2 xícara (chá) de hortelã picada
1/2 xícara (chá) de salsinha picada
Pimenta síria e sal a gosto
2 colheres (sopa) de shoyu para pincelar (não usei)
Suco de um limão
Modo de fazer
Lave bem o trigo. Coloque em um refratário e acrescente 2 xícaras (chá) de água. Leve ao micro-ondas por 4 a 5 minutos na potência alta. Deixe descansar por 10 minutos. Escorra a água e esprema bem o trigo com as mãos. Misture os demais ingredientes (menos o shoyu). Coloque em uma fôrma refratária, [aqui eu encerrei, apertei bem, reguei com azeite e limão e levei para a geladeira. Servi assim.] pincele o shoyu e leve ao micro-ondas por 10 a 12 minutos na potência alta.
O prato é para micro-ondas (especialidade da Evelyn Duarte) mas eu segui a receita até a parte antes de assar. Apertei bem a massa na forma, reguei com azeite e limão, não usei o shoyu e servi sem assar no micro-ondas, deixando gelar bem antes de comer. Olha, o queijo com a hortelã fica delicioso! Sirva com pão sírio e uma salada de folhas verdes. Muito leve, pouco calórico mas bem servido de proteínas, uma excelente opção para o verão!
E vamos ao prato do dia!
Ingredientes
2 colher(es) (sopa) de óleo
1 1/2 xícara (chá) de trigo para kibe
1 cebola ralada (eu coloquei também um dentinho de alho espremido)
250 gr de queijo branco picado (eu amassei)
1/2 xícara (chá) de hortelã picada
1/2 xícara (chá) de salsinha picada
Pimenta síria e sal a gosto
2 colheres (sopa) de shoyu para pincelar (não usei)
Suco de um limão
Modo de fazer
Lave bem o trigo. Coloque em um refratário e acrescente 2 xícaras (chá) de água. Leve ao micro-ondas por 4 a 5 minutos na potência alta. Deixe descansar por 10 minutos. Escorra a água e esprema bem o trigo com as mãos. Misture os demais ingredientes (menos o shoyu). Coloque em uma fôrma refratária, [aqui eu encerrei, apertei bem, reguei com azeite e limão e levei para a geladeira. Servi assim.] pincele o shoyu e leve ao micro-ondas por 10 a 12 minutos na potência alta.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Um vira-lata por Reinaldo Azevedo

Um dia ele apareceu na vilinha, não se sabe de onde. Já chegou adulto, meio labrador, meio lata, com o rabo cortado. Alguns o chamaram, então, “Cotó”. Outros o tinham por “Martim”, jamais consegui saber em razão de que marca. Estava por ali, entre as casas, havia bem uns 12 anos. Os “cachorristas”, dadas algumas características, lhe atribuíam entre 15 e 18 de vida. Contrariava a máxima de que cachorro de muitos donos morre de fome. Ele não! Estava sempre bonito, garboso, saudável.
Livre, sua simpatia era objeto de disputa. Cotó era personagem das nossas férias, dos nossos fins de semana, de muitos dos nossos momentos de alegria. No sábado, saiu para não voltar. Não dava mais pra ele. Os rins tinham parado de funcionar. Já não conseguia mais se alimentar. Só lhe restava a dor. Dor silenciosa, respiração ofegante, cansaço extremo. Foi levado ao veterinário. Um primeiro remédio o fez dormir, e outro pôs o ponto final.
Os dias podiam ser instáveis; o céu, temperamental; o sol, incerto; a temperatura, variável. Mas Cotó restituía todas as nossas esperanças de dias melhores. Era o portador da memória daquele lugar. Mais do que qualquer um de nós, sabia que um vento podia enegrecer o céu ou, então, abri-lo num azul largo e ancestral.
É provável que voltasse sempre em busca de comida — não aceitava nada que não fosse carne ou derivado, o luxento! —, e a gente confundisse aquilo com afeto. Mas quem se importa? Quem é tão vaidoso a ponto de inquirir os reais sentimentos de um cachorro?
Às vezes ele interrompia a minha leitura ou outra coisa qualquer que estivesse fazendo. Postava-se à minha frente. Encarávamo-nos, então, com camaradagem. “E aí, meu? O que é que manda?” Ele se aboletava por ali, descansava o focinho entre as patas, fechava os olhos devagar e parecia me dizer: “Isso vai se repetir para sempre. A vida pode ser assim, mansa…” E, por alguns segundos, minutos talvez, eu conseguia não pensar em nada, não querer nada, não me importar com nada. Dois camaradas satisfeitos, silenciosos, ocos de anseios, como a paisagem, como a seqüência dos dias, como o marulho mais ao fundo.
Cotó tinha a generosidade das coisas certas. Enquanto estava por ali, era como se nunca tivéssemos sido mais jovens, nunca tivéssemos sido mais saudáveis, nunca tivéssemos sido mais ágeis, nunca tivéssemos sido mais otimistas, nunca tivéssemos sido mais viçosos. Naquela pequena vila, ele nos dava a ilusão da eternidade e alimentava as nossas esperanças.
Morreu Cotó, e o tempo nos invadiu. Terei de aprender a amar outra narrativa na mesma paisagem, da qual ele não é personagem. Eu devo ter imaginado — acho que sim, não estou bem certo — que me viriam os netos e que ele continuaria por ali a atestar que nem tudo nos foge pelos vãos dos dedos, aos poucos, sem nem mesmo um suspiro audível.

Isso não é política, como vêem. É que Cotó tomou seu rumo. Lá se foi ele, sem consultar ninguém, como sempre, dono do seu nariz.
Por Reinaldo Azevedo
sábado, 15 de outubro de 2011
Tempero Caseiro que você mesma faz…É o prato do dia!
A vantagem de fazer você mesma o seu tempero é imprimir sua marca pessoal à sua cozinha. Todo mundo sabe quando se usa temperos prontos industrializados porque eles têm um sabor padronizado e são todos mais ou menos iguais.
A receita abaixo é a do tempero que faço em casa que diga-se, nunca sai inteiramente igual rsrsrs Você deve tirar ou acrescentar os ingredientes a gosto ou os típicos de sua região. No Norte e Nordeste aposto que usariam coentro e colorau e também cominho.
Esse tempero pode ser usado para sopas, ensopados, arroz, cozidos, polenta ou ainda para temperar carnes, peixes e aves ainda crús. Dura até um mês na geladeira. É também econômico e agiliza o trabalho na cozinha.
E vamos ao prato do dia…
Ingredientes
1 cebola
6 dentes de alho
1 pimenta vermelha (com ou sem sementes)
Folhas de: mangericão, orégano, hortelã, tomilho, estragão (frescas ou secas)
1 colher de café de louro em pó
2 galhos de espinafre (se quiser o tempero bem verdinho)
Cheiro verde (salsinha e cebolinha) a gosto
1 tomate ou 3 colheres de molho ou extrato de tomate
1 copo de óleo vegetal ou composto (aproximadamente)
1 colher de chá de açúcar
Sal a gosto
Ajinomoto a gosto
Shoyu a gosto (se vocêr tem o costume de usar)
Modo de fazer
Lavar e picar grosseiramente os ingredientes e bater tudo no liquidificador, dosando o óleo para que forme um creme homogêneo. Acerte o sal e guarde em vidro tampado na geladeira.
A receita abaixo é a do tempero que faço em casa que diga-se, nunca sai inteiramente igual rsrsrs Você deve tirar ou acrescentar os ingredientes a gosto ou os típicos de sua região. No Norte e Nordeste aposto que usariam coentro e colorau e também cominho.
Esse tempero pode ser usado para sopas, ensopados, arroz, cozidos, polenta ou ainda para temperar carnes, peixes e aves ainda crús. Dura até um mês na geladeira. É também econômico e agiliza o trabalho na cozinha.
E vamos ao prato do dia…
Ingredientes
1 cebola
6 dentes de alho
1 pimenta vermelha (com ou sem sementes)
Folhas de: mangericão, orégano, hortelã, tomilho, estragão (frescas ou secas)
1 colher de café de louro em pó
2 galhos de espinafre (se quiser o tempero bem verdinho)
Cheiro verde (salsinha e cebolinha) a gosto
1 tomate ou 3 colheres de molho ou extrato de tomate
1 copo de óleo vegetal ou composto (aproximadamente)
1 colher de chá de açúcar
Sal a gosto
Ajinomoto a gosto
Shoyu a gosto (se vocêr tem o costume de usar)
Modo de fazer
Lavar e picar grosseiramente os ingredientes e bater tudo no liquidificador, dosando o óleo para que forme um creme homogêneo. Acerte o sal e guarde em vidro tampado na geladeira.
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